No seguimento do post de ontem, há que concordar que quando não há muito dinheiro o que salva é a imaginação de alguns, só que em portugal muitas vezes parece que imaginação paga-se, ou só se utiliza quando se está sem nenhum dinheiro em vez de algum.
Um caso português semelhante ocorreu há alguns anos no Museu Alberto Sampaio (não sei se ainda o fazem), fruto da agilidade e criatividade da sua directora, Dra. Isabel Fernandes, que propôs à comunidade vimaranense a adopção de peças para as restaurar, o que foi bem acolhido. Gosto bastante deste museus, pena é que ainda não tenha site.
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