nestes dias
Por cá o tempo passa mais rápido, entre ruas e hábitos novos vou deixando os fazeres lusos.
De todas as novidades, em particular o surpreendente ego italiano que parece vigorar nos anónimos que comigo se cruzam, gosto especialmente da paisagem urbana. Sem telhados, amarela e azul, da pedra e o céu. Entre os edifícios e o céu não há intermediário, apenas as antenas habitam esse purgatório, condenadas a querer estar sempre noutro lugar que não aquele onde estão.
Nestes dias assim se está.
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